CONGLOMERADOS GRÁFICOS E O RITMO DA FALA (DE PÊRO VAZ CAMINHA AO SÉCULO XVIII)

José Pereira da Silva

1. INTRODUÇÃO Partindo do pressuposto de que os conglomerados gráficos refletiam parcialmente o ritmo da fala do manuscritor, no período em que a escrita da língua portuguesa era essencialmente fonética, comparamos o texto da Carta de Pêro Vaz de Caminha, de 1500, com o Das Vidas, e Mortes dos Mongesi, de meados do século XVIII, com a pretensão de esboçar um método para determinar a relação existente entre o ritmo da língua portuguesa falada no século XVI e o da mesma língua portuguesa falada no Brasil no século XVIII, através do estudo dos textos.

Este trabalho é insuficiente para provar o que presumimos, mas indica o caminho para uma pesquisa provida de corpus mais significativo, com o que se chegará ao restabelecimento do ritmo da fala nos diversos períodos da história da língua portuguesa.

Estudamos 480 conglomerados gráficos do primeiro documento e 491 do segundo.

Não existem muitos estudos sobre o assunto, nem qualquer um que dele trate profundamente, apesar de ser um fenômeno que imediatamente salta aos olhos de quem lê um documento medieval. Há dois estudos da Carta de Pêro Vaz Caminha que abordam o problema dos conglomerados gráficos: o de Castro Simões Ventura, intitulado “A mais recente leitura da Carta de Pêro Vaz: II ? União de palavras. Seu significado lingüístico”, publicado em Coimbra, no primeiro número da revista Brasília, e o de Jaime Cortesão, intitulado A carta de Pêro Vaz de Caminha, publicado no Rio de Janeiro pela editora Livros de Portugal, por volta de 1943.

Utilizando-se de outros corpora e tratando apenas da colocação dos pronomes, José Ariel Castro também aborda o assunto em sua tese de doutorado: A colocação do pronome pessoal átono no português arcaico: século XIII, apresentada em 1973 à Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Separados e organizados os conglomerados gráficos de acordo com a classe gramatical e com a posição do vocábulo clítico, descreveremos os casos ocorridos, destacando as particularidades interessantes e comparando os dois documentos relativamente ao problema em questão: o ritmo da fala entrevisto através dos conglomerados gráficos.

É freqüente ouvir-se dizer que o português do Brasil está muito mais próximo do que se falava no século XVI do que o português que hoje se fala em Portugal. Também se afirma que o ritmo lusitano começou a acelerar-se por volta do século XVIII, quando a pronúncia ainda era mais ou menos a mesma nos dois países.

Não pretendemos dar respostas definitivas às dúvidas levantadas sobre o assunto. Acreditamos que o caminho é mais ou menos por aqui. Por isto, tentaremos mostrar se isto está ou não próximo da verdade. Mas só um conjunto maior de textos poderá indicar definitivamente a elucidação deste problema, sobre o qual se têm feito diversas conjecturas.

2. ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE OS CONGLOMERADOS GRÁFICOS Nos textos antigos, é muito comum o aparecimento de conglomerados gráficos, em que duas ou mais palavras se escrevem como se fossem uma só. Aliás, isto acontece até hoje, apesar de muito menos freqüentemente.

De um certo modo, os conglomerados gráficos correspondem, na escrita, aos conglomerados fonéticos da fala. “De um certo modo”, pois os conglomerados ou vocábulos fonéticos nem sempre são representados na escrita por conglomerados gráficos. Nunca o foram. Castro Simões Ventura, em seu estudo “A mais recente leitura da Carta de Pêro Vaz”, lembra-nos o quanto é importante o conhecimento dos hábitos da escrita de textos antigos:

“Cada grande período lingüístico também é caracterizado por certos hábitos de escrita, que devemos procurar conhecer até às ínfimas minúcias, porque tal conhecimento importa, e muito, à solução de um número avultado de problemas.ii

Ora, Pêro Vaz de Caminha viveu numa época em que a escrita da língua portuguesa era essencialmente fonética. Sendo assim, os escritores procuravam transcrever as palavras como eram elas pronunciadas nas classes mais privilegiadas do país. Estudando o mesmo texto, Jaime Cortesão confessa.

Da comparação que fizemos com outros documentos contemporâneos, dos quais possuímos cópia fotográfica, concluímos até que a escrita de Caminha se ajusta com excepcional fidelidade à ortografia fonética; e que, por conseqüência, ele não reproduzia apenas uma forma de escrever e ortografar do seu tempo, mas possuía mais o sentido das realidades sensoriais que das abstrações.iii

É fácil concluir que o estudo minucioso da ortografia fonética nos levará a estabelecer, aproximadamente, a pronúncia considerada “boa” pelos escritores de que tratarmos.

Em nosso caso, pretendemos definir o ritmo da fala do português de 1500 através do estudo dos conglomerados gráficos e, a seguir, fazer um paralelo entre tal situação e a do século XVIII, no Brasil, para verificarmos a evolução que aqui sofreu a língua portuguesa.

Quem pretender concluir esta pesquisa terá a sorte de contar com numerosos textos editados que mantêm a forma do original antigo, com as “aglutinações de duas palavras e a separação de outras, em geral compostas, por que essas formas podem ser utilizadas para o estudo da fonética.”iv

A escrita dos documentos antigos nem sempre é regular quanto à articulação e desarticulação das palavras. Por isso, a interpretação filológica que considera rigorosamente a transcrição de tais textos também pode cair em erro, tomando por legítima uma grafia que não passa de um vício de escritura.v

No entanto, as possibilidades de acertos nestes textos são muito maiores do que nos textos “corrigidos”. Por isto, só um estudo comparativo de numerosos textos de uma mesma época seria suficiente para estabelecer um forma padronizada de sua língua escrita.

Em relação à Carta, Simões Ventura adianta:

A união mais ou menos estreita de palavras, suficientemente documentada na Carta de Pêro Vaz e demonstrada nos fatos examinados, espelha, com verdade e vigor, condições lingüísticas reais.vi

Aliás, Fernão de Oliveira, nosso primeiro gramático, já havia tomado consciência de que os fenômenos da linguagem falada se refletiam na escrita, como se pode ver no seguinte:

Tambe em se mudar huas em outras tem as letras comunicação e guardão a rezão de seu paretesco ou vizinheça. Como todoudia/por todo o dia: e isto assim antre as vogaes/como antre as consoantes das vogaes se trocão o. e O. E. e e. a. e A.

E assi outras como fermoso e fermOsos e fermosa/e, Alegre e Alegria/ Amarão e amArão: poys as consoantes antre si tambe se mudão huas em outras/como amarano seu d’s/por amarão o seu d’s:no amor de d’s por em o amor de d’s: pollo conselho de meus amigos/em lugar de por o conselho de meus amigos. Pula mão/por pus a mão.vii

Já no início do século passado. Jerônimo Soares Barbosa também escreveu em sua Gramática Filosófica da Língua Portuguesa que Quintiliano mesmo (Instr. Or. I, 9) reconhece muitas palavras, que pronunciadas separadamente teriam o seu acento próprio, juntas traz outras o perdem, fazendo com elas um como mesmo vocábulo sem distinção de pausas, como circum litora.

Seja como for, uma das propriedades desta palavras “clíticas”, quer estejam antes, quer depois, é não terem acento próprio, e comunicarem-se o da palavra a que se agregam. As que sempre precedem o nome, são o nosso artigo e algumas preposições, que não só a pronunciam mas ainda a escritura mesma costuma incorporar à palavra seguinte.viii

O fenômeno dos aglomerados gráficos leva-nos a refletir, inclusive, sobre a formação de palavras, como bem o ressalta Jaime Cortesão, quando lembra o caso de palavras como olivel, aleijão, amora, arriba e ametade.ix

Não sendo este o aspecto que nos interessa no momento, não nos alongaremos. Mostraremos, no entanto, dois fragmentos do Compêndio de J. J. Nunes que trazem interessantes observações a respeito: Todas as palavras têm acento tônico; algumas há porém que, por se procununciarem encostadas à que as segue ou precede, podem perdê-lo, tais são as proclíticas e enclíticas como se vê em já lhe dei e dá-lhe, frases estas nas quais o lhe é proclítico no primeiro caso e enclítico no segundo. A este fenômeno dá-se portanto respectivamente o nome de próclise e ênclise. Em geral, estas duas espécies de palavras costumam escrever-se separadas daquela com que formam corpo, apenas as enclíticas, quando pronomes, se lhe ligam por um pequeno traço, mas também não é totalmente desconhecido entre nós o costume dos espanhóis e italianos, que unem as enclíticas à palavra que as precede, como mostra a atual grafia pelo (preposição per mais lo) e as caídas em desuso, fazello, amallo, etc.x

Das partículas [entre elas as preposições], umas podem existir sós, outras apenas se empregam na composição: estão no primeiro caso: a, contra, de, entre, sobre e so ou sob; pertencem à segunda classe: ante, des, ex ou eis, pre, etc. Estas últimas, que chamaremos inseparáveis, foram, como as primeiras, separáveis e tiveram portanto vida própria...xi

Como se vê, os conglomerados gráficos não são apenas um problema de convenção da língua escrita. Com eles, outros problemas filológicos podem ser solucionados, sejam relativos aos estudos fonéticos, fonológicos, ortográficos, históricos, etimológicos ou outros.

Tratando de nossos pronomes clíticos, José Ariel Castro ressalta, por exemplo, que o fato de ocorrer abreviação quando a palavra precedente termina em vogal, principalmente se ela é um monossílabo, “lembra a pronúncia lusitana dos conglomerados com pronomes em ênclise”.xii

Mesmo não havendo sinais gráficos para indicar a abreviação ou o alongamento de nossas sílabas, a quantidade é uma realidade fonética do português, tanto em Portugal quanto no Brasil. E é essa abreviação “a causa do uso freqüente de um objeto direto pronominal pleonástico (Ele deu-me a mim)”, tão do gosto dos portugueses, segundo o mesmo sobredito professor.xiii

Tais pronomes átonos, segundo J. Mattoso Câmara Júnior, “podem preceder a forma verbal como sílaba inicial (posição proclítica) ou a ela se seguir como nova sílaba final (posição enclítica): o menino se ? feriu ? o menino ? feriu-se.xiv

Para que se entenda melhor esta parte, repetimos os exemplos de Mattoso Câmara, graduando as sílabas quanto à tonicidade:

o menino se feriu ?
1 1 2 0 1 1 3 ?
o menino feriu-se
1 1 2 0 1 3 0

Ora, como as sílabas postônicas têm sempre o grau 0 (zero) de tonicidade, ou seja, a atonicidade máxima, é natural que elas sejam mais breves que as demais. Quanto ao pronome proclítico, que funciona como uma sílaba átona pretônica, seu grau acentual é 1 (um), podendo passar a corresponder a uma subtônica (de grau dois) por motivos estilísticos ou de ênfase.xv

Acompanhando a opinião do Prof. José Ariel Castro, de quem transcrevemos a citação, parece-nos que Soukup exagera o valor dos conglomerados gráficos. Eis o que afirma Soukup:

Os escribas da Idade Média (e a maior parte dos autores de textos críticos) escrevem os pronomes e os vocábulos que os precedem em uma só palavra (nel recourent, sil quert, etc.) e ? o que ainda é mais importante ? separam-nos do verbo que vem depois... Os exemplos mostram que os escribas gostam de ligar as expressões que estão em estrita relação entre si. Se os pronomes regimes eram de natureza proclítica, isto é, se havia uma relação estreita entre esses pronomes e o vocábulos que os seguia, prever-se-ia que essa unidade sintática e rítmica se manifestaria também nos sinais gráficos. Ora, é exatamente o contrário que se produz.xvi

E conclui o filólogo francês: Enquanto é possível decidir, baseando-nos unicamente na maneira de escrever, se na consciência do escriba o pronome regime aparecia como devendo ligar-se ao vocábulo seguinte ou ao precedente, somos levados a constatar que a forma dos vocábulos parece confirmar o caráter enclítico dos ditos pronomes.xvii

O Prof. Ariel acha que a relação entre os hábitos gráficos e os hábitos fonéticos não são tão fortes, e que “o importante é saber se, após cada conglomerado gráfico, o espaço a separá-lo da palavra seguinte corresponde a uma pausa na emissão normal”.xviii

Sabe-se que isto não é fácil. Talvez seja mesmo uma proposta irrealizável. O próprio J. Ariel Castro considera provável “que esses conglomerados possam corresponder a emissões foneticamente individualizadas”, não se atrevendo a afirmar que “a emissão individualizada termina no conglomerado gráfico”.xix

Que há uma relação positiva entre os hábitos fonéticos e os hábitos gráficos é crença bastante geral e não é difícil prová-lo. Ou seja, há conglomerados fonéticos onde houver conglomerados gráficos, mas nem sempre há conglomerados gráficos onde há conglomerados fonéticos. É exatamente isto que pretende explicar o Prof. Ariel, ao comentar a tese de Meyer-Lübke, dizendo:

Meyer-Lübke afirmava que a regra geral para a colocação era a ênclise. Ora, ênclise pressupõe atonicidade da forma pronominal. Por isso, todos os casos de ênclise no português moderno correspondem a conglomerados de verbo com pronome. No português arcaico isso também ocorria, isto é, todo verbo, seguido de pronome, formava conglomerado com este. A ser válida a teoria de Meyer-Lübke, os casos de anteposição ao verbo deveriam surgir sistematicamente como conglomerados de uma palavra tônica com um pronome depois: Eute leyxei. Mesmo nos documentos não-literários do século XIII isso não acontece.xx

Sabendo que o pronome regime nem sempre é absolutamente átono, é bom lembrar que a posição proclítica, mesmo em textos antigos, não constitui conglomerados gráficos sempre, e até “há muito mais, não-conglomerados, o que depõe em favor da semitonicidade do pronome”.xxi

A predominância da ênclise será prova de que a fala era mais rápida, enquanto a predominância da próclise depõe a favor de uma fala mais lenta e descansada, talvez bem mais próxima daquela que descreve Fernão de Oliveira no seguinte passo: “...nos falamos com grande repouso como homes assentados; e não somente em cada voz per sy mas tambem no ajuntamento e no som da lingoagem...”xxii

3. OS CONGLOMERADOS GRÁFICOS NOS TEXTOS DOS SÉCULOS XVI E XVIII

Fizemos a análise minuciosa de 971 conglomerados gráficos, verificando a posição dos vocábulos clíticos nas diversas classes gramaticais: pronomes, preposições, artigos, a conjunção “e” e outros casos esporádicos.

Observando a posição dos pronomes átonos nos dois documentos, imediatamente percebemos que é preciso levar a efeito uma pesquisa mais profunda para se tirar a limpo o que tem sido dito em relação ao ritmo da língua portuguesa do século XVI, com e apesar das palavras de Fernão de Oliveira.

Na Carta de Pêro Vaz de Caminha, em princípio, os pronomes proclíticos não constituíam conglomerados gráficos, o que mostra que eram pronunciados com uma “certa autonomia fonética” em relação aos verbos a que se ligavam, com um “pequeno silêncio”. Apenas 3(três) próclises pronominais foram registradas em conglomerados gráficos em oposição a 66(sessenta e seis) ênclises.

No texto Das Vidas, e Mortes do Monges só houve um registro de ênclise pronominal. No entanto, as próclises não mostraram o mesmo grau de “autonomia fonética” em relação aos verbos, pois quase sempre formavam conglomerados gráficos com eles, indício de que eram emitidos e ouvidos como um só vocábulo.

4. CONCLUSÃO

Este artiguete não poderia ter uma conclusão, pois apenas se delineiam aqui os caminhos para se conseguir provar a verdade sobre o ritmo da fala nas diversas fases de nossa língua.

Provisoriamente, no entanto, até que isto seja feito, concluímos que a fala brasileira do século XVIII, de acordo com o que mostram os conglomerados gráficos estudados, era mais lenta que a fala de Portugal na época do descobrimento do Brasil.

O grande número de ditongações, elisões e crases registrado na Carta mostra que a pronúncia dos portugueses descobridores era mais veloz que a dos brasileiros de hoje e, se não nos enganamos, também do século XVIII.

De qualquer modo, fica aberto o caminho. Estou certo de que é por aqui mesmo que se poderá chegar à resposta definitiva sobre o ritmo do português em suas diversas fases.

5. RECAPITULAÇÕES SUMÁRIAS

5.1 - Resumo

Constata-se que os conglomerados gráficos, muito comuns nos textos mais antigos da língua portuguesa, assim como na escrita dos semi-alfabetizados em geral, correspondem a conglomerados fonéticos. Por isto, tais conglomerados são vistos como indícios de uma questão de fonética: o ritmo da fala. As ligações entre palavras ocorrem antes na fala e só depois na escrita, que é a única forma de registro para o estudo de uma fonética rítmica em fases mais antigas das línguas atuais. Sugere-se a sua aplicação a outros estudos lingüístico-comparativos.’

5.2 - Résumé

On peut vérifier que les conglomérats graphiques, très communs dans les textes plus anciens de la langue portugaise, ainsi que dans l’écrite des semi-lettrés en général, correspondent à des conglomérats phonétiques. Pour cela les dits conglomérats sont pris comme des indices d’une question de phonétique: le rythme du langage. Les liaisons parmi des mots subviennent plûtot la parole et seulement depuis sur l’écrite dont la forme c’est l’unique de registre pour l’étude d’une phonétique rythmique à des phases plus anciennes des langues modernes. On peut suggérer leur application à d’autres études linguistique-comparatives.

6. BIBLIOGRAFIA

1. MOSTEIRO de São Bento do Rio de Janeiro: Abbadia Nullius de N. S. de Monteserrate. Rio de Janeiro: Papelaria Ribeiro, 1927.

2. VENTURA, Simões. A mais recente leitura da Carta de Pêro Vaz: II ? União de palavras. Seu significado lingüístico. Brasília, Coimbra: 1(1), /s.d./.

3. CORTESÃO, Jaime. A carta de Pêro Vaz de Caminha. Rio de Janeiro: Livros de Portugal, [1943]/

4. SALAZAR, Andrés Martinez. Prefácio aos Documentos gallegos de los siglos XIII al XVI. In: ? VENTURA, Simões. A mais recente leitura da Carta de Pêro Vaz: II ? União de palavras. Seu significado lingüístico. Brasília, Coimbra: 1(1), /s.d./.

5. SILVEIRA, Olmar Guterres da. A “Gramática” de Fernão d’Oliveyra: apreciação e texto reproduzido do da l.a edição (1536). Rio de Janeiro: /s.e./, 1954.

6. BARBOSA, Jeronymo Soares. Gramatica philosophica da lingua portugueza ou principios de grammatica geral aplicados à nossa linguagem. 7.a ed. Lisboa: Academia Real de Sciencias, 1881.

7. NUNES, José Joaquim. Compêndio de gramática histórica portuguesa: fonética e morfologia. 8.a ed. Lisboa: Clássica, [1975].

8. CASTRO, José Ariel. A colocação do pronome pessoal átono no português arcaico: século XIII. Tese de doutorado, UFRJ/FL, 1973.

9. CÂMARA JR., J. Mattoso. História e estrutura da língua portuguesa. 3.a ed. Rio de Janeiro: Padrão, 1979.

7. NOTAS

i. In: MOSTEIRO de S. B. do R.J., (1927).

ii. VENTURA, S. /s. d./, 1(1): 20-21.

iii. CORTESÃO, J., [1943], p. 129-30.

iv. SALAZAR, A. M., p. VII, apud VENTURA, S., /s. d./, p. 20.

v. CORTESÃO, J., [1943], p. 125.

vi. VENTURA, S., /s. d./, p. 27.

vii. SILVEIRA, O. G. da, (1954), p. 53.

viii BARBOSA, J. S., (1881), p. 35.

ix. CORTESÃO, J., (1943), p. 128.

x. NUNES, J. J., (1975), p. 31.

xi. Op. cit., p. 392.

xii. CASTRO, J. A., (1973), p. 24.

xiii.Op. cit., p. 24.

xiv. CÂMARA JR., J. M., (1979), p. 38.

xv. Op. cit., p. 37.. .

xvi. CASTRO, J. A., (1973), p. 27-28.

xvii. Op. cit., p. 28.

xviii. Id. ib.

xix. Id. ib.

xx. Op. cit., p. 185.

xxi. Op. cit., p. 186.

xxii. SILVEIRA, O. G. da, (1954), p. 53.