I CONCEITO DE FILOLOGIA E TEXTO
Filologia e texto estiveram intimamente relacionados. Os gregos possuíam três fonemas para expressar a sua índole de povo e civilização: ? ? ? ? ? ? ? ? ? - amigo de aprender;
? ? ? ? ? ? ? ? ? - amigo da sabedoria;
? ? ? ? ? ? ? ? ? amigo da palavra, do discurso, do verbo.
Os três conceitos, até hoje, relacionam-se íntima e orgazicamente: * adquirir conhecimento; * posse do saber, domínio das ciências; transmissão dos conhecimentos, do saber, das ciências através da palavra, do discurso, do verbo.
O filólogo, do gr. ? ? ? ? ? ? ? ? , era na Grécia Antiga apenas "l’amante del parlare", no dizer de Carlo Tagliavini, Le origini delle lingue neolatini, Bologns, Patron, 1982, p. 1. Com os filósofos da época, dentre os quais Aristóteles e
Platão (este com os seus discípulos peripatéticos nos jardins de Academus), o termo evoluiu para um sentido mais amplo e passou a designar, além de amigo da palavra, também amigo da filosofia, do saber, da vontade de aprender, amante da erudição.
Opunha-se, por conseguinte, a ? ? ? ? ? ? ? ? ? , aquele que não gosta de falar. Ladeando a filosofia, estava a filologia, que igualmente abarcava plurifacetados aspectos do saber, inclusive o estudo da literatura.
Desse modo, filólogo era sinônimo de sábio, de erudito, e que guardava semelhança com todo aquele que detivesse maior acervo cultural ou de conhecimentos, transmitindo-o por meio da palavra, do discurso, do verbo.
O primeiro a ser intitulado de filólogo foi Eratóstenes de Cirene (séc. II a. C.) erudito de Alexandria e discípulo de Lisânias e de Clímaco. Em Roma, o primeiro a possuir o título de philologus, segundo o Prof. Sílvio Edmundo Elia, "foi um
certo Ateius Praetextatus", séc. I, a. C., consoante Preparação à Lingüística Românica, Rio de Janeiro, Livro Técnico, 1979.
À filologia cabem as seguintes divisões com os respectivos conceitos:
a) filologia clássica: estuda a cultura greco-romana, conforme no-lo dão a revelar os textos antigos originais. É uma ciência da mais alta erudição;
b) filologia moderna: é a ciência que estuda a língua, a literatura e todos os fenômenos culturais de um povo (ou de um grupo de povos) com base em textos ou documentos escritos. Apoia-se essencialmente na lingüística, porém não pode e nem
deve confundir-se com ela. A lingüística estuda a língua em si própria, tal qual ela é, independente de qualquer texto, sem nenhum comprometimento literário e estético; muito menos com a gramática, que visa a estabelecer normas e regras para o bom uso
da língua.
Dentro do conceito moderno, temos a considerar:
/ Românica,
/ Germânica,
/ Eslava, etc.
FILOLOGIA <
\ Portuguesa,
\ Francesa,
\ Italiana, etc.
A filologia também se denomina lingüística histórica.
É considerada ciência porque possui métodos, campo específico próprio e conjunto organizado de conclusão seguras e definitivas. Através dos métodos, para exemplificar com a filolgia românica, dispõe do histórico-comparativo (que engloba a
geografia lingüística e as palavras e coisa, "Wörter und Sachen").
O campo específico próprio representa seu escopo, isto é, os textos e documentos escritos, donde sobressai, notoriamente, a ecdótica ou crítica textual. Hoje em dia, graças aos avanços da tecnologia, haja vista às várias formas de gravação de som
em fitas magnéticas, é possível reduzir-se a "textos" documentos em prosa, poesia, e provenientes de outras formas de manifestação cultural fixadas na tradição oral. O conjunto organizado de conclusões seguras e definitivas é o que obtém
dos resultados de sua atuação científica dentro do terreno da linguagem documentada em textos.
A filologia vale-se de várias ciências auxiliares: a paleografia, a epigrafia, a paleontologia, a arqueologia, a filatelia, a numismática, a codicologia, a heráldica, a história, a mitologia, etc. para alcançar as suas finalidades.
O texto, do latim textum: 1) tecido de pano; por extenso; 2) obra formada de várias partes reunidas, contextura; 3) contextura de estilo. E também texo, -is, -ere, -textui, -textum, v. transitivo: 1) tecer, entrelaçar, tramar (sentido próprio e
figurado). Daí: 2) arranjar, dispor, compor; 3) construir, segundo Ernesto de Faria e Ruth Junqueira de Faria. Dicionário escolar latino-português. Rio de Janeiro: MEC/FENAME, p. 544.
O termo não traz, por via de regra, seu regitro e sua definição nos dicionários da língua portuguesa. Somente os dicionários específicos o fazem. Para ilustrar, vejamos:
1) Chama-se texto o conjunto dos enunciados lingüísticos submetidos à análise: o texto é então uma amostra de comportamento lingüístico que pode ser escrito ou falado. 2) L. HJELMLEV toma a palavra texto no sentido mais amplo e com ela designa
um enunciado qualquer, falado ou escrito, longo ou curto, velho ou novo. "Stop" é um texto tanto quanto O Romance da Rosa. Todo o material lingüístico estudado forma também um texto, retirado de uma ou mais línguas. Constitui uma classe
analisável em gêneros divisíveis, por sua vez, em classes, e assim por diante, até esgotar as possibilidades de divisão.", de acordo com Jean Dubois et alii, Dicionário de Lingüística. São Paulo: Cultrix, p. 586, 587.
2) "TEXTO. Termo especializado pela glossemática para designar todo o conjunto analisável de signos. São textos, por conseguinte, uma conversação inteira, um verso, uma novela, a língua em sua totalidade, etc.", de conformidade com
Fernando Lázaro Carreter, Diccionario de Términos Filológicos. Madrid, Patron, 1987, p. 391, cuja tradução do verbete realizamos.
No caso específico, e numa conceituação mais singela, entendemos por texto qualquer documento escrito ou gravado que possa servir de instrumento a estudos de filologia.
II - O TEXTO: SUA ORIGEM E EVOULUÇÃO HISTÓRICA. AS TAREFAS BÁSICAS DA FILOLOGIA COM RELAÇÃO AOS TEXTOS.
Dada a etimologia e definida a conceituação da palavra texto, passemos a considerar-lhe a origem no aspecto de sua utilização cultural pela filologia.
Os antigos entendiam que a filologia era uma ciência que buscava três objetivos:
? fixar os textos;
? restaurar os textos;
? comentar e interpretar os textos.
No início, os textos eram escritos de modo bastante elementar e por isso eram muito defeituosos. O material usado consistia em tijolinhos de barro cozido, tabuinhas finas cobertas de cera e onde se gravavam letras com estiletes de ferro e madeira. Em
seguida, passou-se a escrever em folhas de árvores, em papiros, em pergaminho, em palimpsestos. Já se empregava a tinta. Sobre a matéria, ouçamos o depoimento abalizado de Serafim da Silva Neto, em seu livro Textos medievais portugueses e seus problemas
(Coleção de estudos filológicos), Rio de Janeiro: MEC/Casa de Ruy Barbosa, 1956, p. 13.
"Até o século XV o material mais freqüente usado nos manuscritos era o pergaminho, que vem a ser a pele de carneiro ou de cabra, cortada retangularmente e dividida em cadernos, depois de ter sido posta numa solução de cal (para tirar a gordura),
secada, esfregada e polida com pedra pomes.
O copista com a pena de ave, nele traçava laboriosamente os caracteres, deixando em claro as iniciais e o espaço para as iluminuras, que ficava a cargo de outro artista.
Era trabalho árduo e moroso, que exigia obstinação e paciente cuidado; não estranha que fosse, por excelência, tarefa de monges. Por isso, para o trabalho da cópia existia nos mosteiros uma oficina chamada scriptorium, onde os monges trabalhavam em
organização perfeita: um se encarregava da cópia, outro das iniciais a cores, outro das iluminuras, outro de colar as folhas, e assim por diante.
Não surpreenderá, portanto, que o livro fosse considerado uma rara preciosidade e custasse por isso, uma pequena fortuna.
Com o advento do papel, verificou-se uma evolução significativa na preparação dos textos. Não existindo ainda a imprensa, (surgida por volta de 1440, com Gutenberg), os livros não eram editados e com isso se tornava imprescindível o trabalho dos
copistas ou amanuenses, cujo trabalho era quase sempre sujeito a falhas e imperfeições. Em face dessas precariedades, os textos eram mal produzidos e sofriam freqüentes e graves alterações. Os originais perdiam-se ou se deterioravam de tanto serem
manuseados pelos copistas.
Pode-se dizer, grosso modo, que fixar os textos consistia em corrigir as falhas dos cópias, de maneira a tornar esses textos, tanto quanto possível, idênticos ao anterior, restaurar os textos era quase a mesma coisa que fixá-los, sendo que nessa tarefa
o filólogo teria que refazer os trechos de fragmentos deteriorados, reconstituindo-os, pois às vezes faltavam frases inteiras, destruídas pela ação do tempo, por incêndios, e até mesmo pelo constante manuseio dos copistas. Vejamos, por exemplo: "da
alta da monte Olympo viasse o orige azu das deuses".
Comentar e interpretar os textos eram também uma tarefa de imensa valia.
Comentar significava por um amplo enfoque em nível fonético, morfológico, sintático, lexical, interpretar era determinar os parâmetros dos significados dos textos através da semasiologia, ou semântica, ou semiótica; da exegese, perscrutando as
minúcias do texto; da hermenêutica, penetrando em filigranas de interpretação religiosa, jurídica, etc. de cada palavra dos textos. Exemplo: "no orige aurea os deus se inventaram a música".
III - CRÍTICA TEXTUAL: FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E DEFINIÇÃO
Os textos, a rigor, dizem respeito aos seguintes segmentos históricos: antigos, medievais, renascentistas, modernos. Para efeito metodológico, entretanto, melhor seria considerá-ssemos os textos inseridos nas quatro fases tradicionais da divisão da
história: antigos, medievais, modernos e contemporâneos. Neste curso, adotaremos, todavia, a seguinte bipartição: textos antigos (da Antigüidade Clássica até a Idade Média); textos modernos (da Renascença até a atualiadade).
Desde os tempos antigos até os nossos dias, as atividades filológicas foram basicamente sempre as mesmas ou se constituíram nas mesmas atividades, embora sob rótulos e nomenclaturas diversas: crítica textual, ecdótica, crítica verbal, crítica
genética, textologia, em consonância com a evolução que se levou a cabo em vários países e em países diferentes.
Numa rápida perspectiva diacrônica, podemos mencionar os seguintes filólogos alexandrinos como grandes nomes da crítica textual de sua época: Zenódoto de Éfeso (cerca de 280 a. C.) foi o primeiro editor crítico, ao elaborar a edição crítica das
obras de Homero. Também foi o primeiro diretor da biblioteca de Alexandria. Aristófanes de Bizâncio (por volta de 257-183 a. C.) deu continuidade e aperfeiçoou os trabalhos de Zenódoto de Éfese quanto às edições críticas de Homero. Estabeleceu os
textos críticos de Hesíodo, Píndaro, Alceu, Anacreonte, e também do seu homônimo Aristófanes. A ele se atribui a criação dos sinais críticos e a introdução do chamado "cânon crítico". Na Idade Média, destacarm-se: São Jerônimo
(373-420), que, utilizando-se dos métodos empregados por Orígenes (outro filólogo alexandrino) sobre a Bíblia, elaborou a edição da Vulgata. Na atualidade, Karl Lachmann, filólogo alemão (1793-1851), criou os postulados da moderna críitica textual,
com as edições do Novo Testamento Grego e com a obra de Lucrécio: De Rerum Natura. Outra figura de destaque foi Giorgio Pascuali (1885-1952).
Entendemos, então, por crítica textual moderna a ciência e a arte de reconstrução de um texto, ou realizar a sua fixação, quer seja ele literário, quer jurídico, quer religioso, quer político, quer histórico, quer filosófico, etc., o qual nos
foi transmitido com erros e imperfeições. Essa reconstrução faz-se através do exame meticuloso de cada uma de suas palavras e por meio das versões constantes dos exemplares com que o mesmo foi publicado.
Os seus objetivos agrupam-se, grosso modo em:
? investigar a autenticidade dos textos;
? em caso de análise, fazer o levantamento de toda a tradição textual;
? classificar os testemunhos (manus-critos e impressos);
? estabelecer critérios para a publicação de novas edições;
? avaliar a fidedignidade das tradições, tanto em edições antigas quanto em modernas.
A crítica textual é a expressão da cultura individual e coletiva por intermédio dos textos.
Configura-se, também, como sendo uma ciência autônoma, posto que a linguagem humana tem sido objeto de especulação por parte de outras ciências.
É de sua competência:
? preparar edições críticas de textos cui dadosamente estabelecidos;
? apontar o texto mais representativo da última vontade lúcida do autor;
? preparar um trabalho mais cuidadoso das variantes;
? preparar a edição crítica comentada.
O seu ponto culminante é a publicação da edicão crítica.
Compreende-se por edição crítica a reconstrução de um texto viciado, imperfeito e defeituoso em sua transmissão, com base dos diferentes estados em que se encontra o mesmo nos vários exemplares apresentados, aproximando-os, dentro do possível,
daquele que o autor considerou definitivo.
Uma edição crítica tem, muitas vezes, maior número de páginas do que a obra a ser criticada.
IV. A EDIÇÃO CRÍTICA DE TEXTOS: ETAPAS FUNDAMENTAIS E OBJETIVOS PRINCIPAIS
Em consonância com a nomenclatura estatuída por Karl Lachmann, seguem-se as etapas fundamentais de uma edição crítica de textos.
1. Considerações prévias:
1.1. Aspectos históricos e culturais - o contexto.
1.2. Aspectos biobibliográficos: dados da vida do autor, livros do autor e sobre o autor.
2. Momentos de preparação da edição crítica:
2.1. "Recensio". Recensão. Etapa inicial. Consiste em recolher todos os elementos referentes àquela obra a ser estudada: manuscritos, impressos, tradiçõa indireta, etc.
2.2. "Collatio". Colação, v. colacionar. É a comparação, o cotejo de todos os materiais recolhidos.
2.3. "Eliminatio codicum descriptorum". Consiste em localizar e eliminar os manuscritos e impressos que não se reconhecem de capital importância como representantes da última vontade autoral.
2.3.1. Classificação dos textos não eliminados.
2.3.2. Separação do texto que se irá examinar, a fim de ser eleito como o mais representativo da vontade autoral.
2.4. "Stemma codicum". Estemática. Adaptação de "origem detegere", revelar a ascendência. A palavra é grega: ? ? ? ? ? ? , através do latim "stemma", ‘coroa, grinalda, diadema’. Aqui se trata de uma espécie de
árvore genealógica de textos manuscritos e impressos. Mas não existem regras fixas. Cada caso é um caso à parte a ser tratado.
2.5. "Emendatio", de "emendare", ‘emendar, corrigir’. É o conjunto de operações que busca a correção de erros e falhas encontradas no texto de base. São infinitos o número e o tipo de erros e falhas. Abrangem letras,
palavras, frases inteiras, por incúria e ignorância dos copistas, tipógrafos e revisores. Também por interferência descabida dos preparadores de textos notam-se essas lacunas.
V. PREPARAÇÃO DA EDIÇÃO CRÍTICA PROPRIAMENTE DITA
3.1. Escolha do texto de base, isto é, o que se julga ser o mais representativo da última vontade lúcida do autor.
3.2. Fixação do texto crítico: atualização ortográfica e revisão tipográfica (se for o caso).
3.3. Fixação exaustiva de todas as variantes em notas de pé de página. As variantes constituem modificações introduzidas pelo autor e seu registro representa uma fonte riquíssima de informações.
3.4. Organização da introdução crítico-filológica: motivos, planos, critérios adotados, aspectos histórico-sociais, etc.
3.5. Registro filológico (também chamado aparato crítico, "apparatus criticus"). No final do volume:
[Comentários filológicos].
3.6.Glossário.
3.7. Reprodução de fac-símiles (se houver).
3.8. Bibliografia.
Obs.: Os últimos três itens constituem partes não essenciais da edição crítica, embora necessários.
Finalmente, à crítica textual cabem ainda as seguintes tarefas:
a) Mostrar a história da criação do texto:
? o pré-texto: fase de mentalização;’
? o prototexto: redação dos manuscritos (crítica genética ou manuscriptologia). Os manuscritos podem ser autógrafos e apógrafos;
b) Examinar e provar a fidedignidade e a autenticidade dos textos: autor, época, fatores de ordem histórico-social, jurídica, econômica, ideológica, religiosa, política, etc.
Os textos podem ser:
? autógrafos ou autênticos: de autoria comprovada;
? apócrifos: de falsa procedência ou de fonte duvidosa;
? apógrafos: textos copiados e não assinados.
c) Princípios gerais: o problema ortográfico da letra "Y" e seu significado especial para os simbolistas; aplicação desses princípios gerais a diferentes tipos de textos e contextos culturais, p. ex. a literatura de cordel;
d) Organização e publicação de boas edições;
e) Supervisão de trabalhos de textos escritos para gravações sonoras: discos, fitas magnéticas, bem assim por meio de traabalhos informatizados;
f) Exegese e hermenêutica de textos.
Além da edição crítica, conhecem-se outras edições, as quais funcionam como subsídios valiosos, digamos assim, para a própria edição crítica.
i) edição diplomática ou paleográfica: é aquela que reproduz uma obra manuscrita com todas as características gráficas que a mesma contém, isto é, "ipsis litteris virgulisque";
ii) edição diplomático-interpretativa: é a que altera a edição diplomática, separando as palavras que no manuscrito aparecem unidas, colocando as abreviaturas por extenso, atualizando a ortografia, enfim, superando toda e qualquer omissão ou
falha que por acaso venha a comprova-se;
iii) edição fac-similar ou fotomecânica: reproduz um texto, manuscrito ou impresso, por meio de procedimentos fotográficos;
iiii) edição "princeps": é a primeira edição de um texto.
VI. A FIDEDIGNIDADE DOS TEXTOS E SUA LEITURA SÓCIO-HISTÓRICA
Sob a óptica de obter-se boas edições, a ecdótica procura o melhor percurso, a fim de atingir esses objetivos.
Neste capítulo, somam-se todos os pontos ou todas as etapas da elaboração de uma edição crítica, de acordo com os postulados básicos propostos por Karl Lachmann.
O que se busca, dentro do possível, é encontrar o texto que melhor se aproxime daquela considerado confiável, transparente, lúcido, autêntico, fidedigno.
VII. RECAPITULAÇÕES SUMÁRIAS
RESUMO
O presente trabalho oferece uma breve coleta sobre os estudos da Crítica Textual, desde a Antigüidade Clássica até os nossos dias, e tem por objetivo propiciar subsídios para os futuros estudos que se vierem realizar a respeito.
RÉSUMÉ
Ce travail donne une brève récolte sur les études de Critique Textuelle, dès l’Antiquité Classique jusqu’à nos jours et il a l’intention de donner une contribution aux futures recherches qu’ils seront fait à propos.