NÚMERO DA CONFLUÊNCIA EM HOMENAGEM A
GLADSTONE CHAVES DE MELO

José Pereira da Silva (UERJ)

Confluência: Revista do Instituto de Língua Portuguesa. Nº 22, 2º semestre de 2001. Rio de Janeiro [2002], 268 p.

O Prof. Evanildo Bechara foi de uma grande felicidade ao dedicar o número 22 da revista Confluência a homenagear o grande filólogo Gladstone Chaves de Melo.

O substancioso volume está dividido em duas partes:

Na primeira (até a página 116), foram disponibilizados dezesseis trabalhos sobre o homenageado, assinados por Antônio Gomes da Costa: “Foi um sábio e foi um santo” (9-10); Maximiano de Carvalho e Silva: “Gládstone Chaves de Melo: o homem e a obra” (11-81); Paulo de Tarso Chaves de Melo: “Um depoimento sobre meu pai” (82-3); Evanildo Bechara: “Gládstone Chaves de Melo e o nosso Instituto de Língua Portuguesa” (84-5); Leodegário A. de Azevedo Filho: “O caminho do filólogo Gládstone Chaves de Melo" (86-8); Aníbal Pinto de Castro: “Gládstone Chaves de Melo: um brasileiro de alma” (89-91); Dom Justino de Almeida Bueno OSB: “Homilia da Missa de Corpo Presente a 8-12-2001” (92-3); Dom Irineu Penna OSB: “Na missa de 7º Dia” (94-5); “Palavras de Serafim da Silva Neto” (96-98); Ismael de Lima Coutinho: “Iniciação à Filologia Portuguesa” (99-101); Rosalvo do Vale: Gládstone Chaves de Melo e o bom combate pelo ensino da língua portuguesa (102-3) e “Uma nova edição de A Língua do Brasil” (p. 104-5); Adriano da Gama Kury: “Ensaio de estilística da língua portuguesa” (p. 106-8); Gustavo Corção: “Esboço de um retrato” (109-10); “Manifesto eleitoral na sua reeleição em 1954” (110-2); Ledo IVO: “Um filólogo desafia o diabo” (113-6).

Na segunda (p. 119-265), foi publicada uma seleção de textos do homenageado preparada por Maximiano de Carvalho e Silva e Rosalvo do Valle: “Um livro sobre a Missa” (119); “Caminho da vida” (120); “Um novo livro sobre o ensino secundário” (121); “Religião - Algo sobre a graça” (123); “Mestre Augusto Magne” (125); “Sousa da Silveira, Professor” (128); “Sousa da Silveira, Patrono do Congresso Internacional de Filologia Portuguesa” (130); “Declaração de princípios do Centro de Cultura Humanística” (136); “Considerações sobre democracia” (137); “Maritain e a fé na democracia” (144); “A presença de Ozanam” (155); “Ozanam: cultura e erudição” (161); “Sobre ‘O Problema da Riqueza’” (164); “O silêncio de Santo Tomás no ‘Auto da Alma’” (169); “As regras de bem viver em Os Lusíadas” (172); “Uma interpretação do episódio do ‘Velho do Restelo’” (182); “Pelo repatriamento de Os Lusíadas” (186); “Vieira, os textos e os ladrões” (191); “Machado de Assis, defensor do homem” (196); “A Antigüidade Clássica na obra de Machado de Assis” (204); “Gramática em crise” (215); “A herança de Cândido de Figueiredo” (218); “Que língua se fala no Brasil?” (223); “Etimologia popular” (227); “Lingüística, Filologia e conhecimento da língua” (232); “A reintegração galego-portuguesa” (237); “O autor e a integridade dos seus textos” (247); “Quem deve ensinar Literatura Brasileira?” (250); “O problema da tradução” (253).

Para quem deseja conhecer o grande homem, cidadão, lingüista e filólogo que foi Gladstone Chaves de Melo, aí está uma obra que traz uma síntese do seu pensamento e a síntese do que pensam dele todos aqueles que o conheceram bem.